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Power to the people! 0

A Universal McCann lançou recentemente seu último estudo global sobre o uso de mídias sociais, que revela mudanças bem interessantes na maneira como as pessoas vêm utilizando a Internet para criar e compartilhar ideias, textos, imagens, músicas e vídeos. Vale a pena conferir: http://universalmccann.bitecp.com/wave4

Métricas para publicidade em mídias sociais 0

Em maio de 2009, a IAB publicou o documento Social Media Ad Metrics. É um documento que pretende especificar definições padronizadas de métricas gerais para os diferentes tipos de mídias sociais. Vale a pena conferir, para os que não têm intimidade com o inglês, existe uma tradução não-oficial para o português: Métricas para Publicidade em Mídias Sociais.

Carnaval Black 0

Ficou perdido em Beagá no Carnaval? Sem programa? Venha tomar uma cervejinha e curtir um groove na Yoyo com os DJs Black Josie e Bob Z

DJs Black Josie & Bob Z
(música preta brasileira + funk + soul + afrobeat + samba + rock + pop)

13 de fevereiro de 2010
16:00

R$ 3,00

Yoyo Mercearia Moderna Oriental
Rua Paraíba, 1497, Savassi

Plugins para tornar seu blog Wordpress “semantic ready” 1

Durante minhas pesquisas sobre Web Semântica, Ontologias e sua aplicações, esbarrei com diversas ferramentas para tornar o WordPress “semantic ready”, ou que utilizam recursos semânticos para incrementar blogs, wikis e outros sistemas. Alguns já estão incorporados a este blog, como o Zemanta, o wp-RDFa e o SIOC. Tudo que você tem a fazer é instalar os bichinhos e relaxar, que eles fazem todo o trabalho sujo de adicionar os metadados.

Calais Auto Tagger

Com o plugin Calais Auto Tagger, você nunca terá que pensar nas tags para seus posts. O plugin usa o Open Calais API para executar a análise semântica do texto do post e sugere tags para você, que são adicionadas com um único clique no administrador do WordPress.

Para fazer o download do plugin, acesse http://www.dangrossman.info/wp-calais-auto-tagger/

SIOC

O SIOC (Semantically-Interlinked Online Communities) é uma iniciativa que visa a integração de informações de comunidades on-line, fornecendo uma ontologia para a representação de dados da Web Social em RDF. Possui várias aplicações comerciais e open-source, e é comumente usada em conjunto com um vocabulário FOAF para representar perfis pessoais e informações de redes sociais.

O SIOC Exporter for WordPress é um plugin que permite a geração de metadados SIOC de seu blog on-the-fly. Por exemplo, você pode visualizar os dados gerados deste blog pelo endereço http://alexandrecolucci.com.br/index.php?sioc_type=site.

Para fazer o download do plugin, acesse http://sioc-project.org/wordpress/

wp-RDFa

wp-RDFa é um plugin que adiciona metadados FOAF (Friend of a Friend), relacionando suas informações pessoais com as informações dos usuários de seu blog para construir um mapa semântico; e Dublin Core, criando marcações automáticas para o título, criador e data. Todo o conteúdo criado dentro do the_loop() será codificado automaticamente. Para fazer o download do plugin, acesse http://dev.squarecows.com/projects/wp-rdfa/

Zitgist Browser Linker

O Zitgist Browser Linker exibe automaticamente recursos (links, imagens etc) existentes na Web relacionados a uma determinada URL, para que se possa executar ações com base nesses recursos.

Por exemplo, se eu criar um link para o site do Tim Berners-Lee, poderia ser interessante ter mais informações sobre ele, a partir do link a que se refere.

Para fazer o download do plugin, acesse http://wordpress.org/extend/plugins/zitgist-browser-linker/

Zemanta

O Zemanta funciona de forma semelhante ao Calais, mas é muito mais “bombado” em recursos: ele executa a análise semântica do texto do post e sugere tags, links, fotos, artigos relacionados e muito mais, em tempo real, enquanto você digita o post. Um canivete suíço para a edição de blogs. Infelizmente, ele analisa somente textos em inglês. Ainda assim, indispensável.

Para fazer o download do plugin, acesse http://www.zemanta.com/download/

Para saber mais:

35 recursos para wireframing 0

Wireframing é uma das tarefas mais valiosas para qualquer projeto interativo. Com ele, é possível economizar horas de trabalho prevendo detalhes da arquitetura, funcionalidade e conteúdo de um site/sistema, antes de realmente iniciar o projeto visual. Mas, se feito de forma ineficiente, pode custar mais tempo e até mesmo criar dores de cabeça para o cliente e o designer.

O blog Smashing Magazine publicou 35 recursos muito úteis para a criação de wireframes, incluindo tutoriais sobre diferentes métodos e uma variedade de ferramentas disponíveis.

Via 35 Excellent Wireframing Resources.

Para saber mais:

Usabilidade na sinalização do Pátio Savassi: #fail 4

Olhem a placa acima e me digam o que acham errado nela. Não perceberam? Então senta que lá vem história…

Outro dia fomos eu e a patroa no Pátio Savassi para assistir a um filme, e caímos na besteira de comprar aqueles baldes enormes de Coca-Cola. É óbvio que assim que o filme terminou, corremos à procura do banheiro mais próximo, e eis que nos deparamos com um erro crasso de usabilidade na sinalização dos sanitários do shopping.

No afã de aliviar o mais rápido possível nossas bexigas, não percebemos de imediato a real direção que a placa indicava. Resultado: ambos trocamos os lados, e só depois percebemos o erro. Fiquei mais alguns minutos próximo à entrada, e percebi que, mesmo sem pressa para aliviar, as pessoas ficavam inicialmente confusas sobre qual caminho tomar.

Fica o recado para os designers: usabilidade é sobre indicar os caminhos mais fáceis para os usuários, caminhos que raramente coincidem com nossas “belas artes”. ;)

Web Semântica (parte I): introdução às linguagens de marcas 1

Há meses tenho deixado este blog meio abandonado, e meus três fiéis leitores andaram reclamando um monte por conta disso. As razões são muitas, todas válidas, mas no fim das contas são desculpas esfarrapadas: andei superocupado finalizando meu trabalho de conclusão de curso na Ciência da Informação e cuidando do meu filhote (que fica cada dia mais lindo). Mas, nem tudo está perdido: voltei com carga total, em uma série super-hiper-mega-empolgante sobre Web Semântica, um assunto que há tempos me interessa e que agora tenho estudado seriamente.

Enfim, o que vêm a ser essa tal de Web Semântica? É de comer ou de passar no cabelo? Ela morde? Significa que agora eu terei de atualizar todos os códigos que já produzi para a Web? Calma, que o tio Alê vai explicar tudinho: a Web Semântica nada mais é do que uma extensão da Web atual, onde “a informação é dada com um significado bem definido, permitindo melhor interação entre os computadores e as pessoas” (BERNERS-LEE et al, 2001).

O crescimento descentralizado e anárquico da Web, e a ausência de estratégias abrangentes e satisfatórias para a indexação de documentos neste ambiente, trouxeram diversos problemas na recuperação de informações. Neste contexto conturbado e caótico, a recuperação se dá somente através de motores de busca, que utilizam palavras-chave extraídas do conteúdo dos documentos – estratégia de recuperação pouco eficaz, principalmente pela dificuldade de contextualização da informação e pelo foco na apresentação (leia-se: layout)  desta, fazendo com que seja pobremente descrita e pouco passível de ser consumida por máquinas e seres humanos (SOUZA et al, 2004).

Surge assim, neste contexto, o projeto da Web Semântica, onde as informações possuem significado bem definido, permitindo então uma melhor interação entre máquinas e usuários. É um projeto liderado pelo World Wide Web Consortium (W3C), que pretende extender a Web atual através de associações dos documentos a seus significados por meio dos metadados descritivos embutidos no código destes documentos. A Web Semântica, em essência, descreve a criação e implementação de padrões de desenvolvimento a fim de permitir que agentes (softwares especializados e personalizados) possam trocar informações com os documentos na Web, automatizando tarefas rotineiras dos usuários e compartilhando dados de maneira automática e não ambígua com máquinas e seres humanos (SOUZA et al, 2004).

Mas, o que são exatamente esses metadados descritivos? Nada mais são do que as velhas linguagens de marcas, em um contexto especializado.

Um documento na Web é composto por uma mistura de dados e metadados. “Meta” é um prefixo de auto-referência, de forma que “metadados” sejam “dados sobre dados”. Os metadados em documentos na Web têm a função de especificar características dos dados que descrevem, a forma com que serão utilizados, exibidos, ou mesmo seu significado em um contexto (SOUZA et al, 2004).

Linguagens de marcas: uma introdução

No princípio das Ciências da Computação, os computadores eram utilizados essencialmente para a realização de cálculos e processamento de dados. Com a evolução da microinformática e o surgimento do computador pessoal, houve uma mudança radical na utilização destes pela sociedade, e atualmente são utilizados principalmente como ferramenta de comunicação, disseminação e compartilhamento de informações.

Assim, a diversidade de tecnologias, padrões e dispositivos capazes de se conectar a redes de comunicação de dados à distância, e a dificuldade de intercâmbio entre estes é um dos grandes entraves no desenvolvimento de sistemas de recuperação e disseminação de dados. A gama de aparelhos que se interconectam e compartilham dados é enorme e crescente, assim como a quantidade de tecnologias envolvidas no processo.

A questão que se faz pertinente atualmente no desenvolvimento de Sistemas de Recuperação de Informação é o aprimoramento do intercâmbio dos dados, através da separação entre conteúdo, estrutura e formatação nos documentos. Somente com essa separação é possível criar mecanismos que controlem a integridade dos dados, possibilitem conferir sentido a estes e especifiquem suas regras de formatação em cada dispositivo (computadores pessoais, celulares, palmtops etc).

Desde os primórdios das Ciências da Computação são utilizadas para esse fim as linguagens de marcação, que codificam e padronizam dados a serem transferidos entre diferentes sistemas. Codificar um texto para processamento por computadores é um processo de explicitação do que é conjectural – indica como o conteúdo deve ser interpretado pela máquina (ALMEIDA, 2002).

Uma das linguagens mais conhecidas para marcação é a SGML (Standard Generalized Markup Language). Desenvolvida em meados da década de 80 e padrão ISO desde 1986, é amplamente utilizada em grandes projetos de documentação. É uma meta-linguagem, ou seja, um sistema para a definição de linguagens de representação.

Com o surgimento da Internet, uma simplificação da SGML conhecida como HTML (Hyper Text Markup Language) ganhou espaço e praticamente moldou o perfil dos documentos da World Wide Web, pela sua facilidade de codificação e interpretação por diversos softwares. Sua estrutura de elaboração consiste em instruções no conteúdo do documento, através de marcas de início e fim (tags) definindo trechos do conteúdo, mediante as quais se determina a formatação do texto, imagens e demais elementos que o compõem. A HTML se esgotou justamente por conta da confusão que faz na elaboração de seus documentos, não distinguindo os dados de marcação da própria informação contida no documento.

Em 1996, preocupado com o crescimento explosivo de documentos na Internet e a falta de padronização dos mesmos, o W3C (World Wide Web Consortium) propôs uma linguagem padrão de representação de dados para atender às necessidades de comunicação entre sistemas – a XML (eXtensible Markup Language). Assim como a HTML, tem sua origem na SGML. Seu propósito é separar o conteúdo do documento da própria forma de visualização e permitir identificações flexíveis para qualquer tipo de informação, além de especificar hierarquias para os dados, incluindo detalhes como limites e importância destes.

Enquanto a HTML indica o que cada marcador e atributo significam, e simultaneamente a forma que seu conteúdo será representado, a XML utiliza os marcadores apenas para delimitar os trechos de dados, deixando sua interpretação e formatação unicamente a cargo da aplicação que irá recebê-los.

O segredo da XML está na sua própria sintaxe: o produtor do documento escolhe suas próprias marcações e define como eles irão ser nomeados. “Um documento escrito com a sintaxe XML é, na verdade, uma aplicação XML, com um conjunto de marcas escolhidas por seus criadores para aquele documento em particular” (TOLENTINO, 2004). São elementos que também se intercalam entre trechos do texto, mas ao contrário da HTML, são estruturados através de hierarquias que definem sua relevância, além atribuírem valores e relacionamentos contextuais no documento.

Dessa forma, podemos então apontar como os principais benefícios no uso do XML em aplicações Web o acesso facilitado à informação através de atribuição semântica aos dados, o desenvolvimento de aplicações flexíveis, a integração de dados de diferentes origens e a completa separação entre conteúdo, estrutura e formatação dos documentos.

Mas, não basta apenas possuir uma linguagem flexível como o XML para construir metadados (SOUZA et al, 2004). No próximo artigo, farei uma introdução a padrões mais expressivos e adequados para aplicações na Web Semântica, como Dublin Core, RDF, RDFS, OIL, DAML+OIL e OWL.

Referências Bibliográficas:

ALMEIDA, Maurício Barcellos. Uma introdução ao XML, sua utilização na Internet e alguns conceitos complementares. Ciência da Informação, Brasília, v. 31, n. 2, mai./ago. 2002. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-19652002000200001&lng=en&nrm=iso. Acesso em: 31 ago. 2009.

BERNERS-LEE, Tim; HENDLER, James; LASSILA, Ora. The Semantic Web: a new form of Web content that is meaningful to computers will unleash a revolution of new possibilities. Scientific American Magazine, New York, mai. 2001. Disponível em: http://www.scientificamerican.com/article.cfm?id=the-semantic-web. Acesso em: 31 ago. 2009.

SOUZA, Renato Rocha; ALVARENGA, Lídia. A Web Semântica e suas contribuições para a ciência da informação. Ciência da Informação, Brasília, v. 33, n. 1, abr. 2004. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-19652004000100016&lng=en&nrm=iso. Acesso em: 31 ago. 2009.

TOLENTINO, Ricardo José Vaz. Aplicações Web em XML: estágio atual e tendências futuras. Belo Horizonte: FACE-FUMEC; C/Arte, 2004.

Para saber mais:

Grow your business using social media 0

Um guia gratuito direcionado a empresários, departamentos de marketing e equipes de desenvolvimento, com vários princípios e processos para incrementar os negócios usando o poder das redes sociais.

Para consegui-lo, basta acessar o site http://getsocialmedia.net e fazer o cadastro para receber o link de download via e-mail.

GED MG 2009: Seminário sobre GED & Mídias Digitais 0

Entre os dias 18 e 19 de junho de 2009 vai ocorrer o GED MG 2009, evento destinado a gestores informacionais, administradores, advogados, profissionais de tecnologia da informação, bibliotecários e arquivistas que buscam cases de sucesso e melhores práticas com tecnologias e metodologias para projetos de gestão do conhecimento, da informação e fluxos documentais. Para maiores informações e programação completa, acesse o site do evento: GED MG 2009.

IV Varal Fotográfico 0

Está chegando o IV Varal Fotográfico do FotoClube BH! Esse ano vai ser dia 14 de junho, na Praça JK, das 9h às 18h. Participam imagens de câmeras digitais, analógicas e até de obras artesanais.

O interesse do grupo com esse evento é aproximar e atrair cada vez mais as pessoas interessadas pela arte da fotografia, e mostrá-las o que se pode fazer com uma câmera na mão e muita criatividade, proporcionando-as um divertido passeio cultural, agregado de bastante conhecimento.

As inscrições se encerram no dia 31 de maio, para maiores informações, acesse o site do grupo: www.fotoclubebh.com.

via Flickr: FotoClube BH.